Em clima amistoso, Caiado participa de debate com professores sobre a PEC 55

Política

O senador Ronaldo Caiado (Democratas) participou na manhã desta segunda-feira (21/11), em frente ao seu escritório político de Goiânia, de um debate com um grupo de manifestantes da educação que se posicionam contrários à PEC 55 do Senado (a 241 da Câmara), que trata do limite de gastos públicos.

Em diálogo amistoso com um grupo de cerca de 25 professores e servidores da Universidade Federal de Goiás (UFG) e do Instituto Federal de Educação de Goiás (IFG), Ronaldo Caiado reforçou sua convicção a favor da proposta que, segundo ele, é hoje a principal saída para que o Brasil possa sair da crise iniciada pelo PT. Todo o debate foi transmitido ao vivo pela internet.

“Foi uma ótima oportunidade de debater, expor o meu ponto de vista. Tenho convicção do que estou defendendo. O Brasil precisa ter uma saída. Temos de fazer algo para não deixá-lo afundar”, disse.

Questionado sobre a possibilidade de cortes na saúde e na educação, Ronaldo Caiado refutou com dados. Lembrou que na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) o corte na Educação chegou a R$ 10 bilhões. O democrata desafio o grupo a, no ano que vem, ao analisar os recursos destinados às áreas, retornem ao escritório político.

“Se no ano que vem o dinheiro destinado à saúde e educação for maior do que neste ano, peço que voltem aqui para me apoiar”, desafiou. Sobre o fato de a PEC ter duração de 10 anos, prorrogáveis por mais 10, o senador lembrou que PEC não é cláusula pétrea.

“A PEC não é cláusula pétrea. Ela sinaliza uma gestão. Um novo presidente pode mudar, se tiver maioria no Congresso para isso”, disse, reforçando mais uma vez a tese de que é necessário reduzir os gastos desnecessários do governo, para que a saúde e a educação possam receber mais recursos. “O pensamento é no Brasil. O que é melhor: manter gastos e privilégios ou priorizar a educação e saúde? ”, perguntou.