Aplicativos estilo Tinder têm cada vez mais usuários, diz pesquisa

Tecnologia

A antiga busca pelo amor se move inexoravelmente para a internet para jovens e velhos que simplesmente deslizam o dedo na tela de seu telefone celular pode obter um encontro ou conhecer um potencial parceiro.

Hudson Cunha JorJovens entre 18 e 24 anos têm aquecido o mercado dos aplicativos para smartphones como o Tinder, em que é possível marcar encontros com uma variedade de desconhecidos. Enquanto isso, grupos maiores de 55 anos ficam mais confortáveis com a ideia de encontrar um novo amor em sites de namoro.

Cerca de 15% dos americanos usam alguma forma de ferramenta de encontros online, acima dos 11% registrados em 2013 – informou uma pesquisa publicada nesta quinta-feira pelo Pew Research Center.

 

O maior crescimento foi registrado entre os mais jovens e os mais velhos do espectro romântico, grupos que tradicionalmente se mantinham longe deste tipo de aplicativo ou site, disseram os pesquisadores do Pew.

Cerca de 27% dos americanos com idades entre 18 e 24 usam os encontros online, acima dos 10% registrado em 2013. Muito desse crescimento se deve ao desenvolvimento de aplicativos como o Tinder, que ganhou reputação por seu “gancho” no mercado.

“Estes aplicativos de encontros afetaram a maneira de viver dos jovens”, apontou Aaron Smith, pesquisador da Pew, observando que aplicativos como o Tinder atraem mais jovens adultos.

“Isso fala sobre a maneira como os jovens participam destes conteúdos”, acrescentou.

No outro espectro, 12% dos adultos entre 55 e 64 anos (duas vezes o registrado em 2013) garantem buscar sites de namoro, como eHarmony ou Match.com, em vez de aplicativos móveis, para encontrar um parceiro.

Este crescimento “fala de uma maior aceitação cultural de namoro online”, disse Smith.

Segundo a pesquisa, 80% dos americanos concordam que essa forma de marcar encontros é uma boa maneira de conhecer pessoas e 62% consideraram que ajuda a encontrar casais com mais afinidades ao se exporem a uma variedade maior de potenciais parceiros.

 

Fonte: Estado de Minas