Ao Portal Pelo Mundo DF, Goudim disse não ser candidato por Hobby

Brasília, Política

Para Goudim, é preciso uma nova forma de fazer politica

Durante uma entrevista ao portal Pelo Mundo DF, José Goudim Carneiro, o Goudim que é pré-candidato ao governo do Distrito Federal, falou sobre a sua carreira política e ressaltou a falta de compromisso do governo com projetos sociais.

Segundo ele,  a maior dificuldade na atual conjuntura política, são as articulações, pois ainda há a ligação de agentes com os cargos de confiança.

Você se sente maduro para enfrentar esta candidatura a Governador em 2018?

“Se for para fazer armações, maracutaias e mentiras, eu não estou maduro, agora se for para fazer a diferença, uma política limpa e sem mentiras para o povo, aí sim, pois conheço a dificuldade do povo.”

Qual a sua maior dificuldade na politica hoje?

“A minha maior dificuldade hoje é a articulação politica. Precisamos de uma nova forma de se fazer politica nos dias atuais. Uma pessoa te procura para se aliar, mas diz que não pode sair do governo, pois tem 30 cargos por lá. Eu vim de uma cidade do interior, onde temos sentimentos e a palavra de uma pessoa vale muito. A realidade aqui é totalmente diferente”

Como você vê a cabeça do eleitor hoje?

“A cabeça do povo precisa mudar, pois a corrupção começa no meio do povo. A comunidade é comparada a uma feira aonde nas eleições, os candidatos vêm e enchem a suas sacolas de votos”.

Saúde

 “Nós temos as clinicas os convênios hoje porque se organizaram, na frente dos hospitais regionais tem o particular aonde o cidadão vai ate o hospital publico onde os mesmos estão programados para não funcionar, quem que não tem atendimento e os mesmos então tem que recorrer ao sistema particular, o que falta e uma politica de contra partida, entre o particular e o governo.”

Segurança

“O governo deveria investir mais na geração de emprego e na profissionalização da população, mesmo se tiver um policial para cada cidadão não será suficiente.”

Habitação

“O estado tem muitas terras, mas não há uma politica séria para a mesma.”